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Wednesday
11
APR

Sessão de abertura do Mês de Abril - Licença para Amar

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A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Cascais (CPCJC) e a Câmara Municipal de Cascais lançam campanha de sensibilização no âmbito da Campanha Nacional do Mês de Prevenção dos Maus-Tratos na Infância e Juventude - “Apenas o Coração Pode Bater”.

Esta campanha terá início no dia 11 de Abril, pelas 14h00, na Casa Histórias Paula Rego, que contará com a presença da Dra. Branca Pires do Projeto Recriar – Associação Jerónimo Usera, do Professor David Rodrigues - Presidente da Pró Inclusão- Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, Dra. Esmeralda Ferreira e Dra. Sónia Franco da CMC; Ema Evangelista e José Ferreira do Projeto Wave By Wave; Profª Gabriela Moreira do Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo, Dr. Gonçalo Mello Breyner, Procurador do Tribunal de Família Menores de Cascais, Dra. Melanie Tavares do Instituto de Apoio à Criança, contando ainda com a Dra. Sofia Rodrigues como moderadora e a participação da Dra. Rosete Lourenço Cidade dos Afetos para a sessão de abertura do Mês de Abril.

A CPCJC pretende com estas iniciativas alertar para a prevenção dos maus tratos, e ao mesmo tempo promover nas famílias o exercício de uma parentalidade positiva, sem recurso à violência verbal ou física. Nenhuma criança deve ser vítima de qualquer forma de violência.

Considerado como um dos mais graves problemas de Saúde Pública pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pela sua dimensão e consequências, as Comissões, assumem um papel cada vez mais relevante na prevenção e na proteção dos direitos das crianças e jovens.

Sobre o Laço Azul:
A Campanha do laço azul iniciou-se em 1989, na Virgínia, EUA, quando a avó, Bonnie W. Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro "para fazer com que as pessoas se questionassem". A história que Bonnie W. Finney contou aos elementos da comunidade referia-se aos maus-tratos que os seus netos sofriam, tendo inclusivamente sido a causa de morte de um deles.

E porquê o azul:
Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul servir-lhe-ia como um lembrete constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos. A história de Bonnie Finney mostra-nos como a preocupação de um único cidadão pode despertar a consciência de todas as pessoas em geral.


Inscrição GRATUITA. Basta preencher, até ao dia 10 de Abril, este link:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScZuklKn06-nXCtVtWDc_So5Fqw77UrGF4UNfUTbr8yocYS0w/viewform

#cpcjcascais #sóocoraçãopodebater