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Saturday
21
APR

LuXX #5: Robert Hood x Eric Cloutier x Alinka x Shaun J. Wright

23:45
06:00
Lux Frágil
Event organized by Lux Frágil

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Para a próxima festa LuXX convocámos o alto sacerdote do techno Robert Hood // Floorplan, o som polido e quente de Eric Cloutier e os soldados do house Alinka e Shaun J. Wright.
Vamos celebrar XX anos de LuxFrágil e dançar até ser dia. It’s a new dawn it’s a new day.


▸ Robert Hood // Floorplan
soundcloud.com/roberthood
residentadvisor.net/dj/roberthood

Revelação, adoração, ascensão. São três fases de um ritual há 20 anos vividos por muitos no Lux, noite após noite. Por vezes, entre os strobes da pista e o emaranhado colorido do seu tecto, irrompe a sensação de sermos parte de algo superior, algo maior. As visitas que Robert Hood, um dos padrinhos do techno de Detroit, nos tem feito, enquadram-se sem dúvida neste tipo de ocasiões, e têm-nos demonstrado para lá de dúvidas, que isto de dançar é bem mais do que escapismo puro, e mover-mo-nos ao som de música funcional. É por isso que o sentimos como um cúmplice do que somos, um símbolo daquilo em que acreditamos. Por isso esta LuXX gravita em torno dele. Tal como para Hood, o techno foi uma forma de aceder ao Divino, ele para nós já foi repetidamente um mensageiro de esperança, comunhão e unidade. Não nos sai da cabeça a energia sobrenatural que fez a pista do Lux “voar baixinho” na sua estreia cá. E quantos não terão revivido o fascínio quase adolescente que esta música nos provoca, ao vê-lo partilhar a cabine com a sua filha Lyric, enquanto Floorplan, transmitindo-lhe o seu saber ali mesmo à nossa frente? Robert Hood é um fazedor e testemunho da nossa história, sendo ele mesmo história da nossa música. Em união, esta noite revivemos memórias do que foi, e imaginamos novas memórias do que virá.


▸ Eric Cloutier
soundcloud.com/cloutier
residentadvisor.net/dj/ericcloutier

“O techno com que cresci e que apoio e toco há anos, tem um funk, um balanço, um groove e um saltitar, que eu acho que é universal na forma como envolve os corpos num dancefloor”. Bastava esta frase recente de Eric Cloutier, que já conseguiríamos deixar descrito na perfeição o que esperar desta sua estreia. Um detroiteano como Hood, Cloutier tem construído uma reputação sólida, ao longo de duas décadas, enquanto DJ “psicopata do digging” (palavras dele, também), e possuidor de classe imaculada a escolher, sequenciar e misturar esses discos, normalmente encontrados nas paragens mais quentes e hipnóticas do techno e do house. Saíndo de Detroit ainda jovem, baseou-se em Nova Iorque onde fez durante vários anos parte da família da festa The Bunker, abrindo ou fechando pistas para basicamente todos os nomes relevantes do techno que vos possam passar pela cabeça. A dedicação à busca pela faixa perfeita tinha de, eventualmente, resultar em incursões pela produção e edição, com a sua label Palinoia, fundada já em Berlim, onde agora vive, a assumir aqui o destaque. Se bem que a tal faixa perfeita não exista e Cloutier seja suficientemente modesto para não achar que seria ele a criá-la, a definição da palavra Palinoia diz o que nos falta saber dele: “a repetição obsessiva de um acto até ser perfeito ou dominado”. Ser espectador da arte dessa repetição obsessiva de Eric Cloutier, é nosso privilégio, finalmente.


▸ Alinka
soundcloud.com/aalinkaa
residentadvisor.net/dj/alinka


▸ Shaun J. Wright
soundcloud.com/shaunjwright
residentadvisor.net/dj/shaunjwright



Artwork: Rui Paz
Textos: Nuno Mendonça


#luXXfragil



Bilhetes à venda apenas na noite do evento.



:::::::::: ENGLISH ::::::::::



ROBERT HOOD

Revelation, adoration, ascension. The three phases of a ritual lived by many, night after night, for 20 years now. Sometimes, between the strobes in front of us and the colorful mess of lights above us, a feeling emerges of being part of something bigger, something beyond. Detroit techno godfather Robert Hood´s visits here, are undoubtedly amongst these occasions, and have proved beyond doubt that dancing is so much more than pure escapism and moving to a functional type of music. This is why we see him as an accomplice of what we are, a symbol of what we believe in. This is why this LuXX party is made around him. Just like techno was a way for Hood to access the Divine, so has he been, repeatedly, a messenger of hope, unity and communion to us. We´ll never forget the supernatural energy felt on his debut here, which made our dancefloor levitate. And how many of us revived the adolescent fascination this music instills in us, seeing him pass his knowledge on to his daughter Lyric right in front us, as Floorplan? Robert Hood is a maker and a testimonial of our history, while being himself history of our music. Tonight, united, we relive memories of what was and imagine new memories of what is to be.


ERIC CLOUTIER

”The techno I grew up with and have supported and played for years has a funk, sway, groove and bounce to it that I think is universal in its way to get bodies engaged on the dancefloor”. Simply putting here this recent phrase by Eric Cloutier, would be a perfect description of what to expect of his debut. A detroitian like Hood, Cloutier has been building for two decades an incredibly solid reputation, as a “record-digging psychopath” DJ (his words too), and possessing immaculate class in picking, sequencing and mixing those records, usually coming from the warmer and more hypnotic sides of techno and house. Having left Detroit still young, he established himself in New York as part of pary institution The Bunker´s family, honing his chops by warming-up or closing down for every relevant name in techno you can think of. His dedication to the search for the perfect track had to, eventually, result in incursions into production and releasing, with his own label Palinoia, brought up in Berlin, where he now resides, taking center stage in that. Even though that perfect track doesn´t exist and Cloutier is modest enough to think he´s not the one who´ll be creating it, the definition of the word Palinoia tells you whatever you still need to know: “the obsessive repetition of an act until it is perfected or mastered.” Being a spectator of Eric Cloutier´s mastering of the art of obsessive repetition is, at last, our privilege.


Tickets only available at the door.

Venue

Lux Frágil