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Friday
23
MAR

Brasil Orquestral - Ano III - Abertura com Duo Siqueira Lima

20:00
19:00
Maré Produções Culturais
Event organized by Maré Produções Culturais

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Brasil Orquestral reunirá mais destacados grupos de música de câmara no país
Único projeto voltado para música erudita na CAIXA Cultural, chega ao terceiro ano consolidando sucesso e o crescente interesse do público baiano para concertos
O público baiano se interessa por música de câmara, lota concertos e rompe as expectativas que contradizem sua afinidade com outras expressões musicais. É por essa razão que se consolida o projeto Brasil Orquestral, iniciativa coordenada pelo Maestro Carlos Prazeres, que chega ao terceiro ano consecutivo de realização na CAIXA Cultural, sendo o único voltado para música erudita na programação do espaço. Realizado pela Maré Produções Culturais, com curadoria do diretor teatral e dramaturgo Gil Vicente Tavares, o ciclo de concertos será aberto com o Duo Siqueira Lima, que fará apresentações na sexta e sábado, dias 23 e 24 de março, às 20h e domingo, dia 25 de março, às 19h.
“A gente está indo para o terceiro ano e isso para nós, é a prova de que o projeto deu certo. Estamos felizes de contemplar a música de câmara, algo tão desvalorizado na música brasileira. É a forma mais prática, mais rica para levar a música clássica para as pessoas. Ela tem vantagem sobre a música sinfônica por ser mais intimista e acessível a espaços diversos” explica o maestro Carlos Prazeres, que além de dirigir o projeto, faz intervenções didáticas em cada apresentação, trazendo informações para a plateia e estimulando que o público possa conhecer melhor o gênero. Em 2018, Prazeres firmou uma parceria entre o projeto Brasil Orquestral e a Orquestra Sinfônica da Bahia, que participará da iniciativa com o Quarteto de Cordas em abril e com o Concerto Café, encerrando a temporada de concertos, em julho.

Em três anos, já foram abrigadas no projeto mais de 24 apresentações realizadas e a reunião de grupos fundamentais da música erudita produzida no Brasil hoje. A diversidade de instrumentos e regiões do país é o norteador para o trabalho de curadoria de Gil Vicente Tavares. “Antes de tudo, no entanto, busco grupos de excelência, com reconhecimento nacional e até internacional, mas sempre atento a novos talentos que ainda não conquistaram os holofotes. Há um toque de gosto pessoal, que muitas vezes busco evitar, mas que quando se encaixa é perfeito. Esse ano, por exemplo, haverá dois grupos de cordas, e o quarteto de cordas sempre foi uma paixão minha” explica o diretor teatral, que também é músico. Outra marca consolidada do Brasil Orquestral é o diálogo entre linguagens artísticas, com o encontro entre dança e música. A bailarina e coreógrafa Bárbara Barbará se apresenta todas as noites, com duas coreografias inéditas a cada noite.